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Estado irá conter gastos de custeio se precavendo a crise internacional

04/11/08 às 11:12

 

Atenção redobrada com as contas neste final de ano. Este foi o tema central de reunião do secretariado do Estado nesta segunda-feira (03.11) com o governador Blairo Maggi. A preocupação esta relacionada com a crise financeira mundial que deve atingir a economia mato-grossense, e conseqüentemente a arrecadação do Estado. Despesas com o custeio básico do Governo serão os principais focos de contenção, como o uso da telefonia, energia elétrica e autorizações de diárias de viagens, o deslocamento de veículos oficiais, e combustível.

O secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki, afirmou que o Governo do Estado irá manter o máximo de cautela para que o orçamento de 2009 seja minimamente afetado. “Até o final do ano queremos ter uma economia de pelo menos 20% nas contas de custeio. Esta orientação já vem sendo seguida nas secretarias”.

Sobre o orçamento, o secretário destacou que o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Fazenda foi conservador, já antevendo a situação real do Estado. “Já se esperava que a crise fosse realmente acontecer, os indicadores econômicos já não eram muito favoráveis. Quando o orçamento foi para Assembléia Legislativa, os poderes reclamaram que o valor estava subestimado. Hoje temos a noção que aquele orçamento está muito próximo do que nós podemos realizar”.

Outro ponto destacado foi o pagamento em dia do salário dos funcionários públicos do Estado. Durante a reunião o governador enfocou que toda economia necessária deve ser feita para que a remuneração dos servidores não sofra atraso em nenhum momento. Novacki realçou que cumprir todos os acordos para os reajustes é uma prioridade.

Ainda assunto na reunião, os secretários concluíram que com o fim das eleições municipais, o Governo deve retornar com as visitas ao interior do Estado, para ouvir a população, levar as ações de Governo e ainda realizar as inaugurações de obras públicas. As ações diretas do Estado terão início ainda este mês. O chefe da Casa Civil salientou que nenhum município terá tratamento diferenciado independente do resultado apontado nas eleições. “Os secretários vão pessoalmente aos bairros para ouvir as necessidades da população, onde o Estado deve concentrar esforços”.

CRISE - A estimativa do Governo é que os efeitos econômicos em 2009 não sejam tão aprofundados, uma vez que a safra 2009 já está boa parte plantada. Mesmo com esta previsão, o secretário da Casa Civil adiantou que o estudos feitos pelo Estado apontaram uma redução de 10% na área plantada de grãos, principalmente a soja, e outros 30% na redução da área plantada de algodão.

Secom-MT

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